REVISTA TAE - Programa informativo da Companhia DESO
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Programa informativo da Companhia DESO

Data:17/03/2020
Fonte: Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso

Texto: Flávia Miron – Estagiária / Supervisão: Verônica Moura – Jornalista

Aproximadamente 50 estudantes do nono ano, do “Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora”, visitaram a Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso. Durante a visita, eles conheceram o ciclo completo da água, desde a captação, adução, tratamento até a distribuição e receberam esclarecimentos a respeito do hidrômetro, por meio de palestras e atividades práticas realizadas pelos funcionários. A ação compõe um dos programas da empresa, chamado de “Escola Vai a Deso”, com o objetivo de informar estudantes e professores sobre o trabalho da Companhia.

Segundo o coordenador de Educação Ambiental da Deso, Jorge Silva, é importante que os alunos e a população entendam como a empresa se preocupa com eles. “Hoje se fala muito em marketing positivo, verde, que é através de uma visão sustentável. Enquanto formadores de educação ambiental, temos que falar da coleta seletiva, uso consciente da água, mas não podemos esquecer de mostrar para a sociedade o que a empresa faz, como ela se preocupa com a população. É importante que os alunos tenham esse olhar diferenciado de que a Deso, além de se preocupar com os cidadãos, trata a água com qualidade. Podemos prever, então, uma continuação das visitas na sede, que serão feitas em torno de uma vez por mês. A intenção, a partir de maio, é começar a receber escolas públicas, então estamos fechando parcerias inclusive com a Prefeitura para promovermos ações com as escolas municipais da rede”, frisou.

O coordenador de Hidrometria da Deso, Genival Almeida, contou sobre os assuntos abordados por ele durante a palestra. “Falei sobre a importância e os cuidados com a hidrometração em Sergipe. Culturalmente, muitos usuários não têm aquela prática de zelar do hidrômetro e é importante pensar nesse cuidado, primeiro porque por ele passa a água, segundo que facilita a geração de contas, podendo dimensionar o consumo do cliente. Repassei para os alunos que, a partir do zelo, muitas situações podem ser evitadas, como contaminação da água. Falei um pouco também sobre o custo na instalação do hidrômetro e no tratamento da água, que existe devido à complexidade desses processos. Após a palestra, trouxemos os alunos para o laboratório de ensaio, na hidrometria, onde apresentamos os processos de aferição, que acontecem com a presença do Inmetro. Os alunos e professores ficaram muito entusiasmados”, declarou.

A química industrial da Deso, Laís Freire, destacou a relevância da visita para os estudantes e a Companhia. “A parte prática conta muito para o conhecimento dos jovens. Portanto, é importante que a Deso os traga para cá com a finalidade de apresentar as práticas da empresa. Somente a teoria importa, mas a experiência e toda a visualização de como ocorre o processo da Companhia é bem mais interessante para eles terem uma noção do trabalho que fazemos, para a água chegar na residência deles dentro da potabilidade, do padrão que consomem e se agradam em receber. Além disso, eles são os maiores divulgadores da empresa, pois propagam conhecimento. Então, são os primeiros a divulgar, colocar em redes sociais, falar com os pais e conhecidos sobre tudo aquilo que aprendem e acham interessante. Isso é relevante para a Deso”, afirmou.

De acordo com a professora de química do Colégio Salesiano, Mônica Correia, os jovens evoluem enquanto cidadãos, diante de visitas como essa. “Os alunos tiveram essa relação entre conteúdo e vivência, ou seja, viram que assuntos aprendidos em sala de aula fazem parte da vida deles. Quando falamos em química, as pessoas pensam que é algo distante, sendo que está próximo do nosso cotidiano. Além dos estudantes ficarem próximos daquilo que acontece diariamente na Deso, melhoram enquanto cidadãos, tendo conhecimento a ponto de poderem opinar, verem o que realmente acontece, não falarem ´eu acho´. O achismo é algo que tentamos tirar dos alunos do Salesiano para que falem com certeza sobre o que acompanham. Aqui eles perceberam que não veem algo lúdico em sala de aula, mas sim, algo que existe na vida deles”, ressaltou.

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