REVISTA TAE - Um em três pequenos negócios deve ser afetado pela falta d’água em 2018

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Um em três pequenos negócios deve ser afetado pela falta d’água em 2018

Data:15/02/2018- Fonte:www.juntospelaagua.com.br

Pesquisa do Sebrae mostra que expectativa por racionamento é maior no Centro Oeste, onde 51% dos micro e pequenos empresários esperam limitação


SÃO PAULO – Um em cada três pequenos negócios no Brasil deve ser afetado pelo racionamento de água em 2018, segundo levantamento conduzido pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Donos de empresas sediadas no Distrito Federal e em Goiás são os que mais acreditam que terão de lidar com a limitação: 53% e 55%, respectivamente.

Faz sentido: tanto no Distrito Federal quanto em algumas cidades goianas o racionamento já é realidade desde 2017 e a expectativa é que ele permaneça, em alguma medida. Nacionalmente, 17% das micro e pequenas empresas sofreram com o racionamento em 2017.

Mudança de hábitos
A pesquisa revelou, também, que 47% dos empresários entrevistados disseram ter mudado algum tipo de comportamento para contornar os efeitos da crise hídrica no ano passado. No Centro Oeste, essa proporção foi a mais alta do País: 51%.

Entre as medidas mais adotadas está a redução do consumo, o reaproveitamento da água e a redução no número e frequência das faxinas nos escritórios. Como era de se esperar, dada a gravidade da crise no Distrito Federal, foi lá que se registrou o maior índice de empresários de micro e pequeno porte que reduziram o consumo de água: 64%.

O estudo mostrou, também, que quanto menor a empresa, maior o índice de problemas causados pela falta ou o racionamento de água.

“A economia começa a dar sinais de recuperação, com a retomada do emprego puxada pelas micro e pequenas empresas. Entretanto, a situação dos reservatórios ainda exige cautela de todos os segmentos e os empresários devem manter as medidas de economia de água. Assim ficam menos suscetíveis às variações na oferta de recursos e são capazes de manter as atividades por um período maior, mesmo na escassez”, disse Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, à Agência Sebrae.

A pesquisa do Sebrae foi realizada em outubro com 5.867 empresários de micro e pequenas empresas de todas as unidades federativas

Com Agência Sebrae

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