REVISTA TAE - Corsan coloca em operação projeto-piloto de geração de energia em Atlântida Sul

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Corsan coloca em operação projeto-piloto de geração de energia em Atlântida Sul

Data:05/03/2018- Fonte:Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan)

A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) colocou em funcionamento, neste sábado (3), às 10h30, o projeto-piloto de microgeração híbrida de energia elétrica na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Atlântida Sul, no Litoral Norte, resultado de um investimento na ordem de R$ 590 mil. Conforme estudos dos técnicos da Corsan, o projeto vai possibilitar a análise da energia gerada a partir de fontes renováveis, no caso a radiação solar e os ventos, para a instalação em outros sistemas da companhia.

Em sua manifestação, o diretor-presidente Flávio Ferreira Presser ressaltou que a Corsan já está economizando, pois neste mês já terá um retorno de 400 reais na conta de energia, pois quando a geração é maior que o consumo da ETA, a energia excedente é entregue à concessionária. 

“Estamos nos antecipando ao futuro, trazendo essa experiência para o presente, além de realizarmos diversas ações operacionais visando otimizar o consumo de energia elétrica, que é o segundo maior gasto da Corsan”, disse Presser. O vice-prefeito Eduardo Rodrigues Renda, de Osório, onde está localizada a ETA de Atlântida Sul, elogiou a iniciativa da Corsan e elogiou as atividades da empresa, que trazem saúde à população. “Ao abrir a torneira, as pessoas não imaginam o enorme trabalho que é realizado”.

Para o diretor do diretor do Departamento de Planejamento e Programas da Secretaria de Minas e Energia, João Francisco Pereira Braga, no ato representando o governo do Estado, o projeto de fontes complementares de energia deve ser estimulado, e elogiou a iniciativa da Corsan. “A Corsan está no caminho certo”, ressaltou o representante do governo.

Os equipamentos instalados na ETA de Atlântida Sul têm capacidade de geração de 31 quilowatts (kW) no sistema fotovoltaico e 10 kW para o sistema eólico. A energia produzida é consumida pela própria ETA. Nos períodos em que a geração é maior que o consumo, a energia é fornecida à rede da concessionária, sendo creditada na próxima fatura da unidade. O resultado é uma redução de gastos com energia.

O retorno do investimento com o sistema solar ocorre entre cinco a sete anos, conforme avaliação dos fornecedores dos equipamentos. Os painéis fotovoltaicos, geradores de energia solar, têm vida útil de até 30 anos. Também presentes autoridades municipais de Capão da Canoa, Xangri-lá e Tramandaí, além de diretores da Corsan.

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