REVISTA TAE - Advogado Zanotto assume a Presidência da CASAN

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Advogado Zanotto assume a Presidência da CASAN

Data:09/04/2018- Fonte:www.casan.com.br

Desde as 15h17min desta sexta-feira, 6 de abril, a CASAN é presidida por um dos mais respeitados advogados de Santa Catarina. Foi nesse exato horário que o conselheiro Adriano Zanotto, 51 anos de idade, assinou o Termo de Posse que o alçou à presidência da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento.

Presidente da OAB/SC em duas oportunidades, no período 2001-2003 e 2003-2006, Zanotto sempre foi mais conhecido no Estado pela extensa lista de serviços prestados à entidade. Na Ordem, foi presidente da Comissão do Direito ao Consumidor, membro e presidente da 4ª Câmara Julgadora da entidade, tesoureiro, secretário-geral, presidente da Caixa de Assistência, sócio e instalador da Cooperativa de Crédito e membro do Conselho de Curadores do Instituto Assistencial dos Advogados de Santa Catarina.

De janeiro de 2007 a março de 2008, Zanotto ocupou o cargo de Procurador-Geral do Estado, quando apresentou, entre outras propostas, um programa de adimplência geral para cobrar a dívida ativa do Estado devida por grandes devedores de tributos. Entre 2011 e 2015 presidiu o Instituto de Previdência de Santa Catarina (IPREV), convidado pelo governador João Raimundo Colombo e pelo então vice Eduardo Pinho Moreira.

Natural de Florianópolis, Zanotto é casado com a empresária e também advogada Cátia Kempf Zanotto, pai da cineasta Adriana, 25 anos, e da pequena Manuela, de 6 anos. Encantado pela literatura, já publicou "Poemas de Amor e Solidariedade", pela editora Garapuvu, "Antologia Poética", pela Sociedade dos Poetas Advogados, e "A Cor das Palavras", em coautoria com o artista plástico Zélio Andrezzo.

Contumaz colaborador da seção de artigo dos jornais e revistas de Santa Catarina, o advogado Zanotto é frequentemente convidado para palestras e aulas inaugurais, quando em geral aborda temas no terreno da ética.

Fora das atividades laborais, gosta de curtir a praia da Joaquina, pilotar motos, torcer (e sofrer) pelo Figueirense, praticar taekwondo ou se dedicar a sua verdadeira paixão: a literatura. Apaixonado por temas ligados às guerras mundiais, acaba de concluir a leitura de Queda de Gigantes, primeiro volume da trilogia O Século, do britânico Ken Follet, cuja narrativa se passa no despertar do século XX, justamente às vésperas de as potências europeias darem início à I Guerra Mundial.  

No ato de posse, Zanotto esteve acompanhado da mãe, Edulacira, e do pai, o também advogado João Zanotto. Para explicar o convite feito pelo governador Pinho Moreira, o ardoroso rotariano Adriano Zanotto usou uma metáfora futebolística. “Em geral, troca-se de técnico quando o time está perdendo ou não desempenhando bem”, disse. “Mas também em muitos casos troca-se de técnico porque o atual treinador está tão bem, mas tão bem... que precisa ser liberado para alçar novos voos e assumir novos desafios, que é o caso atual da CASAN”.

Zanotto substitui na Presidência da empresa ao engenheiro Valter José Gallina, que deixa o cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa. Gallina ingressou em 2011 na Companhia como diretor de Operação e Meio Ambiente, sendo alçado à Presidência em abril de 2014.

Em quatro anos como líder da empresa, Gallina mudou a imagem da Companhia, que hoje é respeitada pela opinião pública catarinense e reconhecida pelas respostas ágeis e eficientes. As ampliações e obras nos sistemas de água deixaram no passado o costumeiro desabastecimento que marcou regiões e tatuou a Companhia nas quatro primeiras décadas.

Quando Gallina ingressou como diretor, há sete anos, o Estado ocupava a indesejada 23ª posição no ranking nacional de cobertura de esgoto. Hoje a CASAN ocupa a 13ª posição neste ranking, mas com investimentos na ordem de R$ 1,6 bilhão em mais de 30 municípios - a maioria já em obras -, o Estado deve alcançar as primeiras posições até o final de 2019. “Nunca deixei de lado o pedido expresso dos governadores Colombo e Pinho Moreira, que ao me convidarem para assumir a CASAN colocaram como condição indispensável melhorar os indicadores de saneamento do Estado”, lembrou o engenheiro Gallina.

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