REVISTA TAE - Grupo Técnico de Recuperação do Ribeirão Quilombo discute demandas de cada município

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Grupo Técnico de Recuperação do Ribeirão Quilombo discute demandas de cada município

Data:17/05/2018- Fonte:www.agua.org.br

Ontem (16) pela manhã, o GT (Grupo Técnico) de Recuperação do Ribeirão Quilombo se reuniu na sede do Consórcio PCJ, em Americana/SP, para o segundo encontro do projeto. Estiveram presentes representantes dos municípios de Americana, Nova Odessa, Sumaré, Campinas e Hortolândia. Dos seis municípios que fazem parte da bacia do Ribeirão Quilombo, apenas Paulínia não compareceu à reunião.

Na ocasião, foi feito um resumo dos principais pontos do projeto, destacando a necessidade de revitalizar o ribeirão, não apenas com uma melhora no saneamento, mas também com a recuperação das matas ciliares e a construção de barramentos para controle de cheias.

Durante o encontro, os representantes das secretarias de meio ambiente e das concessionárias de saneamento apontaram as melhorias que devem ser feitas nos trechos que cortam os respectivos municípios, além das ações que já estão sendo realizadas em cada um deles. Essa discussão serviu para alinhar as expectativas sobre o projeto, de forma a conciliar os esforços em prol da melhoria do Ribeirão Quilombo.

Ficou definido que no próximo encontro cada município fará uma apresentação sobre sua realidade e seus desafios, com o objetivo de delinear as ações necessárias e definir os prazos para execução.

Sobre o Ribeirão Quilombo e o projeto de recuperação

O Ribeirão Quilombo possui extensão de 50 km desde a sua nascente, na cidade de Campinas, até a sua foz no Rio Piracicaba, no município de Americana. A região é caracterizada por ocupação majoritariamente urbana e com índice de chuva variando entre 1.200 e 1.800 mm. O curso d’água cruza ainda os municípios de Paulínia, Hortolândia, Sumaré, e Nova Odessa.

Levantamento preliminar do Consórcio PCJ diagnosticou que, para a recuperação das matas ciliares na calha principal do Ribeirão Quilombo, será necessário o plantio de 280 mil mudas nativas, com aportes financeiros de R$ 5,7 milhões. Já para o projeto de contenção de cheias e construção de 11 reservatórios o aporte é bem maior, sendo necessários US$ 50,7 milhões, que pelo câmbio de hoje somam mais de R$ 171 milhões. No total, estima-se que serão necessários R$ 177 milhões com os dois projetos. Nesses investimentos ainda não estão contabilizados os gastos com o saneamento básico da região, que, de acordo com o Plano das Bacias PCJ, deve atingir o índice de 100% de coleta e tratamento de esgotos até 2020.

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