REVISTA TAE - Instituições parceiras do Projeto Amazonas discutem planejamento das atividades deste ano

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Instituições parceiras do Projeto Amazonas discutem planejamento das atividades deste ano

Data:24/05/2018- Fonte:Agência Nacional de Águas (ANA)

Juliana Barbosa / Banco de Imagens ANA

A Agência Nacional de Águas (ANA) sediou, em Brasília, a 2ª Reunião do Comitê Diretor do Projeto Amazonas: Ação Regional na Área de Recursos Hídricos – Fase 2 para apresentar as atividades implementadas em 2017 pela iniciativa e o plano de trabalho para este ano. O evento aconteceu na tarde desta terça-feira, 22 de maio, e contou com a participação de representantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da ANA. 

Além de servidores e do diretor da Área de Gestão da Agência Nacional de Águas, Ricardo Andrade, participaram do evento: a secretária-geral da OTCA, embaixadora María Jacqueline Mendoza; o embaixador Norberto Moretti, do MRE; e a coordenadora de Cooperação Técnica Trilateral com Organismos Internacionais da ABC, Cecília Malaguti. 

O Projeto Amazonas é uma iniciativa da ANA implementada em parceria com a ABC e o MRE, no âmbito da cooperação Sul-Sul. O trabalho é executado do pela Organização do Tratado dos Países da Amazônia (OTCA) com os órgãos gestores de recursos hídricos dos países signatários. O Projeto busca desenvolver ações de cooperação técnica para fortalecer as instituições responsáveis pela gestão dos recursos hídricos nos países membros da OTCA: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. 

A iniciativa possui três eixos principais. Um deles é o de intercâmbio de sistemas de informação para o monitoramento de recursos hídricos na bacia Amazônica. Outro eixo diz respeito à capacitação de técnicos e especialistas das instituições de gestão de recursos hídricos da região, especialmente sobre eventos extremos (cheias e secas) e informações hidrológicas. 

A terceira linha de atuação é no apoio à estruturação de uma rede regional de monitoramento que viabilize o intercâmbio de informações hidrológicas, hidrometeorológicas, sedimentométricas e de qualidade de água, além de informações sobre os eventos hidrológicos extremos.

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