REVISTA TAE - Cachoeiro de Itapemirim é destaque no ranking nacional de Saneamento Básico

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Cachoeiro de Itapemirim é destaque no ranking nacional de Saneamento Básico

Data:14/06/2018- Fonte:Assessoria de Imprensa

O município de Cachoeiro de Itapemirim mais uma vez aparece em destaque no Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2018, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). O ranking foi divulgado nesta quarta-feira, 13, apresentando a cidade capixaba com a classificação “Compromisso com a universalização”, com pontuação de 450 a 489 a partir da soma do desempenho de cada indicador.

 

O levantamento cruzou os dados de acesso dos brasileiros aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, além da porcentagem de coleta e destinação de resíduos sólidos em quase 2 mil municípios – e as 27 capitais. Eles foram divididos em municípios de grande porte (acima de 100 mil habitantes) e de pequeno e médio porte (abaixo de 100 mil habitantes). O ranking abrange 100% das cidades que forneceram dados ao Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), um indicador utilizado pelo Ministério das Cidades.

 

Para o diretor da BRK Ambiental, Bruno Ravaglia, o intenso trabalho realizado pela concessionária em Cachoeiro de Itapemirim tem contribuído para que o município seja referência em saneamento ambiental em todo o Brasil. “De acordo com informações do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), mais de 35 milhões de brasileiros ainda não têm acesso aos serviços de água potável, 100 milhões não têm serviço de coleta de esgoto e apenas 40% de todo o esgoto produzido é tratado. Hoje, 99,57% da população de Cachoeiro de Itapemirim é abastecida com água potável. A cidade ainda conta com 98,06% do esgoto coletado e destes 98,47% são tratados”, afirma.

 

Bruno Ravaglia acrescenta que no País, quase 40% da água captada para ser distribuída à população é perdida, seja com vazamentos ou ligações clandestinas. Já em Cachoeiro, o índice de perdas físicas é de 13,51% com vazamentos, estando entre os melhores índices do Brasil. “As obras de modernização do Sistema de Abastecimento de Água e do Sistema de Esgotamento Sanitário que estão sendo realizadas na cidade contarão com investimentos que chegarão à R$ 4,6 milhões. Este trabalho tornará os serviços ainda mais eficientes e manterão a excelência no atendimento aos clientes”, acrescenta o diretor da BRK Ambiental.

 

Além de Cachoeiro de Itapemirim, outras cidades atendidas pela BRK Ambiental no Brasil ficaram em evidência no Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2018, dentre elas Limeira, Santa Gertrudes, Mauá e Rio Claro, sendo que, as duas primeiras, com 100% e 99,7% de esgoto coletado, respectivamente, foram as que mais se destacaram, sendo incluídas no grupo de municípios de maior pontuação no ranking geral, com serviços classificados como “Rumo à Universalização” –  acima de 489.

 

Recentemente, a presidente da BRK Ambiental, Teresa Vernaglia, anunciou que, nos próximos cinco anos, a empresa investirá R$ 7 bilhões em serviços de saneamento básico em 180 municípios onde atua em 12 estados brasileiros.

 

Sobre o Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2018

 

O Ranking ABES da Universalização é um instrumento de avaliação do setor no Brasil que apresenta o percentual da população das cidades brasileiras com acesso aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, coleta de resíduos sólidos e o quanto desses resíduos recebem destinação adequada. Dessa maneira, permite identificar o quão próximos os municípios estão da universalização do saneamento.

 

Os municípios que apresentaram as informações para o cálculo dos indicadores que compõem o ranking foram classificados em quatro categorias de acordo com a pontuação total obtida pela soma do desempenho de cada indicador (Rumo à universalização – acima de 489; Compromisso com a universalização – de 450 – 489; Empenho para a universalização – de 200 – 449 e Primeiros passos para a universalização – abaixo de 200). A pontuação máxima possível é de 500 pontos, atingida quando o município alcança 100% em todos os cinco indicadores.

 

O levantamento ainda traz ainda uma correlação entre a pontuação total alcançada pelos municípios e a taxa de internação por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado, em função da intrínseca relação entre saneamento e saúde. Essa taxa chega a 3.164 internações a cada 100 mil habitantes no grupo de cidades que ainda dão seus primeiros passos para a universalização do sistema.

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