REVISTA TAE - Cagece retira mais 430 toneladas de resíduos da rede coletora de Fortaleza

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Cagece retira mais 430 toneladas de resíduos da rede coletora de Fortaleza

Data:26/06/2018- Fonte:Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece)

A companhia realiza ação preventiva de limpeza nas redes coletoras como uma forma de garantir o bom funcionamento do sistema de esgotamento e, principalmente, evitar ocorrências de extravasamentos.

A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) retirou cerca de 430 toneladas de resíduos sólidos da rede coletora de esgoto, localizada na avenida Beira Mar, no mês de junho. O serviço trata-se da continuidade da manutenção preventiva, que está sendo realizada desde abril deste ano, no coletor que encaminha para tratamento o esgoto produzido nos bairros Papicu, Aldeota, Praia do Futuro e Mucuripe. Desde o início da ação até agora, já foram retiradas mais de 1.300 toneladas de lixo do sistema.

Já foram percorridos cerca de 3 km de tubulação do coletor de grande diâmetro que parte da Capitania dos Portos até a estação de pré-condicionamento de esgoto, localizada na avenida Leste Oeste. Até o final de 2018, a companhia prevê a retirada de aproximadamente 6 mil toneladas de resíduos sólidos da rede de esgotamento daquela área, que possui, no total, uma extensão de 7km. O investimento para realizar a manutenção de toda a rede coletora da Beira Mar é de R$ 4,2 milhões de reais. A limpeza completa do sistema se dará ao longo de 2018.

Diversos tipos de materiais são encontrados durante as limpezas realizadas pela companhia, como areia, garrafa pet, sacos plásticos, absorventes, preservativos, tapete, colchão e até televisor.

A ação preventiva da Cagece, que consiste na retirada dos materiais da rede de esgoto, é uma forma de garantir o bom funcionamento do sistema de esgotamento e, principalmente, evitar ocorrências de extravasamentos.

O gerente do macrossistema de esgoto da Cagece, Petrônio Heleno, alerta que a população não deve destinar resíduos sólidos para rede coletora. “Este tipo de prática, considerada irregular, prejudica o fluxo do esgoto na rede e causa transtornos em vias públicas”, afirma.

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