REVISTA TAE - Mexichem lança no Brasil seu primeiro Centro de Inovação na América Latina

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Mexichem lança no Brasil seu primeiro Centro de Inovação na América Latina

Data:21/09/2018- Fonte:

Operação nacional tem prioridade no desenvolvimento de produtos e iniciativas que servirão de base para o futuro da empresa. Projeto piloto de operação integrada por automação industrial já acontece em linha de extrusão da unidade de Sumaré (SP).

São Paulo — A Mexichem Brasil, subsidiária brasileira da Mexichem, líder mundial na fabricação e no fornecimento de tubulações plásticas, sedia o primeiro Centro de Inovação Mexichem (CIM) da companhia na América Latina. A escolha está em linha com o posicionamento da empresa, especialmente por meio da marca Amanco, de inovar para facilitar o dia a dia das pessoas. Em paralelo, um projeto experimental de implantação de automação industrial em algumas linhas de produção de tubos e conexões também está em amplo desenvolvimento para, após o período de testes, ser adotado de forma gradual nas sete fábricas no Brasil e América Latina.

Localizado na unidade de Sumaré (SP), o CIM dispõe de uma área total de 250m² projetada especialmente para que os visitantes pensem em soluções inovadoras. Ao todo, quatro ambientes interagem entre si: “Espaço Maker”, no qual clientes, profissionais de hidráulica, estudantes e colaboradores podem testar e fazer instalações utilizando todos os produtos que integram os portfólios das cinco marcas comerciais da Mexichem – Amanco, Bidim, Dura-Line, Netafim e Plastubos; “Inovalab”, voltado ao estímulo de soluções inovadoras a partir do modelo Design Thinking para a criação de projetos de alta qualidade; “Showroom”, espaço sensorial no qual o visitante usa o tato, a visão e a audição para conhecer os produtos e também para entender como funciona, por exemplo, o sistema de captação da água da chuva e a solução que reduz ruídos nas instalações hidráulicas; e “Auditório”, com estrutura moderna que oferece diversas possibilidades de configurações tanto para reuniões quanto para treinamentos. Possui capacidade de 45 pessoas.

O local tem demonstrações de todos os produtos das marcas comerciais da Mexichem Brasil, com destaque para seus diferenciais perante os concorrentes. Para o futuro, ações que utilizem realidade virtual, impressões 3D, entre outras, também estarão à disposição dos visitantes.

“Entramos em uma nova era de inovação onde a operação brasileira será referência não somente para o desenvolvimento de novos produtos, mas também no que se refere à otimização dos custos operacionais. Nosso objetivo é alcançar um crescimento das operações no País, inclusive com a valorização de pessoas”, explica Adriano Andrade, diretor Comercial da Mexichem Brasil.

Projeto piloto — Antes mesmo dos trabalhos voltados à criação do CIM, a Mexichem Brasil integrou as áreas de Operações e de Tecnologia da Informação da unidade fabril de Sumaré (SP) em um ambicioso projeto de automação industrial. Após dois anos de muitos testes e trabalhos em equipe foi desenvolvida uma ferramenta exclusiva voltada às linhas de extrusão mais técnicas. A partir de conceitos que abrangem equipamentos, pessoas e tecnologias digitais e na nuvem é possível saber, em tempo real e de forma proativa, o desempenho completo das máquinas e, inclusive, fazer a manutenção preventiva sem que a operação seja suspensa.

“Criamos um modelo de operação assistida praticamente do zero, com uma equipe 100% interna, dedicada e engajada, para que a interação ocorra em tempo real e dentro dos nossos processos internos de qualidade e produtividade”, afirma Fernando Brantis, diretor de Operações da Mexichem Brasil.

Todas as etapas de manufatura que envolvem as participações dos operadores de linhas estratégicas de produção foram avaliadas a partir das novas diretrizes que integram o conceito de automação industrial. Inclusive, muitas das características de Internet das Coisas (iOT) foram utilizadas como base neste projeto piloto. Agora, por exemplo, é possível saber o peso unitário de cada tubo assim que acabou de ser produzido para identificar o sobrepeso. Antes era necessário esperar a produção de 80 unidades para identificar algo e tomar as decisões necessárias. O processo é 100% online.

“Conseguimos alcançar um ganho de produtividade de 25% nas maiores e mais complexas linhas, que correspondem a 60% do processo total de produção em termos de volume de extrusão. Isso representa um resultado relevante, especialmente dentro do nosso segmento de atuação industrial”, explica Brantis. O executivo também destaca a importância da capacitação de mão de obra interna, das próprias equipes, para alcançar os objetivos. “É fundamental estar disposto a aprender novas funções que agreguem nas habilidades pessoais de cada um.”

Assim que todas as etapas de implementação forem concluídas nas linhas de produção em Sumaré (SP), o projeto será replicado de forma gradual nas demais unidades fabris da Mexichem no País.


Fonte: www.revistafatorbrasil.com.br

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