REVISTA TAE - Obra para implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Surubim está na reta final
Esta notícia já foi visualizada 687 vezes.



Obra para implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Surubim está na reta final

Data:15/01/2019
Fonte: Compesa

Interiorizar o saneamento básico tem sido o grande desafio do Governo de Pernambuco, que vem realizando obras para implantação de sistemas de esgoto em vários municípios. Por isso, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) comemora o início da operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Surubim, no Agreste, ainda em fase de testes, para coletar e tratar o esgoto nos primeiros bairros da cidade – Centro, São José, Salgado e Coqueiro – beneficiando 12 mil pessoas. A obra para construção do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) de Surubim está 90% concluída, e para finalizar todo projeto, ainda falta implantar sete mil metros de rede coletora e cinco mil ligações intradomiciliares.

Quando terminar essa fase, prevista para março, a Compesa irá ampliar o atendimento dos serviços de esgoto para mais 30 mil pessoas em Surubim. A obra já realizou a implantação de 60 mil metros de rede coletora e 110 mil metros de ramais de calçada, além de oito Estações Elevatórias (bombeamento) e a ETE, esta última, com a capacidade de tratar 50 litros de esgoto por segundo – suficiente para atender a população contemplada na primeira fase do projeto. Segundo o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento- Compesa, Roberto Tavares, “Surubim é mais uma cidade que terá a realidade do saneamento básico transformada em Pernambuco, a partir dos investimentos conquistados pelo governador Paulo Câmara”.

O diretor Técnico e de Engenharia da Compesa, Rômulo Aurélio, aproveita para esclarecer que, ao longo da execução da obra, a companhia encontrou maior dificuldade nas ruas centrais da cidade onde se concentram o comércio, bancos, órgãos públicos, feira livre e, consequentemente, um maior fluxo de pessoas.  “A infraestrutura dos bairros, com casas compartilhadas e a incidência de pisos dos mais diversos tipos dificulta um pouco a execução do serviço. Contamos com a colaboração da população para desempenhar o trabalho e preparar as residências para a coleta e o tratamento adequados dos resíduos domésticos”, explica.

De acordo com o diretor, a companhia tem recomendado à empresa executora da obra que as ações necessárias sejam planejadas e realizadas buscando minimizar os transtornos aos moradores. “Uma obra de engenharia sempre gera algum tipo de incômodo para a população, mas pedimos a compreensão de todos para essa fase temporária”, argumenta Rômulo Aurélio, pontuando que os moradores têm sido informados das ações através de um trabalho porta a porta desenvolvido pela equipe social da Compesa. O diretor também lembra a importância de uma obra de esgoto para a saúde das pessoas. O projeto recebe um investimento de R$ 93 milhões, recursos do Governo do Estado, Compesa e Banco Mundial e é uma das ações que integram o Programa de Despoluição do Rio Capibaribe.

Comentários desta notícia

Publicidade