REVISTA TAE - Quem mais pode ajudar a despoluir o Rio Pinheiros?
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Quem mais pode ajudar a despoluir o Rio Pinheiros?

Data:30/01/2020
Fonte: Sabesp

Cinco novos painéis fazem um convite ao paulistano. Instalados nas pontes do Morumbi e da Cidade Universitária, no Rio Pinheiros, eles trazem um questionamento: “Quem mais pode ajudar a despoluir o Rio?” A resposta é direta: como o painel é espelhado, o cidadão vê a si mesmo. 

No ano passado, o Governo de São Paulo lançou o Novo Rio Pinheiros, um grande programa de saneamento na bacia do rio com participação de vários órgãos, entre eles a Sabesp. O objetivo é deixar o Pinheiros limpo até 2022. 

Os novos painéis —instalados no sábado (25/1), aniversário de 466 anos de São Paulo— alertam que a responsabilidade pela limpeza do rio é de todos. O descarte incorreto de lixo é uma das principais fontes de poluição. Jogado em vias e córregos, esse lixo é levado pelas chuvas e vai parar no leito do Pinheiros e de outros rios. Outro ponto importante de conscientização é o despejo correto de esgoto. 

Nos painéis, por meio de um QR Code, o cidadão é direcionado ao site novoriopinheiros.sp.gov.br, onde terá dados detalhados do projeto e do andamento das obras. 

Novo Rio Pinheiros
O projeto de despoluição do Rio Pinheiros, uma das prioridades do Governo do Estado de São Paulo, vai beneficiar mais de 3,3 milhões de pessoas no entorno da bacia. 

As obras de saneamento já estão em execução nas principais sub-bacias do Pinheiros, como os córregos Zavuvus e Ponte Baixa/Socorro. Até o momento, os resíduos retirados no desassoreamento equivalem a 30 mil caminhões. Mais de 9 mil toneladas de lixo também foram coletadas.

Pela primeira vez, o trabalho de despoluição do Pinheiros é realizado de forma integrada pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente com a Sabesp, a Emae, a Cetesb e o Daee atuando simultaneamente na coleta e tratamento do esgoto, aprofundamento do rio, retirada de lixo, medição da qualidade da água, controle da vazão e revitalização das margens.

Só a Sabesp investirá R$ 2 bilhões em obras que já estão em execução e vão ampliar coleta e tratamento de esgoto nas principais sub-bacias do Pinheiros. A EMAE deve investir mais R$70 milhões no desassoreamento. 

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